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Estudo revela que 1,8 bilhão de adultos no mundo são sedentários

Um estudo recente destaca que cerca de 1,8 bilhão de adultos globais, correspondendo a 31% da população adulta, não alcançam os níveis recomendados de atividade física, expondo-os a riscos aumentados de doenças crônicas como cardiovasculares, diabetes tipo 2, demência e câncer.

Essa pesquisa foi divulgada na ENDO 2024, evento da Endocrine Society em Boston, e também foi publicada na revista The Lancet Global Health.

De acordo com as diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS), é aconselhável que adultos pratiquem ao menos 150 minutos de atividade física moderada ou 75 minutos de atividade vigorosa semanalmente. Contudo, estima-se que a inatividade física aumentará para 35% até 2030 se as tendências atuais persistirem.

Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS, expressou preocupação com os achados, enfatizando que aumentar a atividade física é uma oportunidade perdida para reduzir várias doenças e melhorar o bem-estar mental. Ele apela por ações ousadas e um reforço nas políticas para combater o sedentarismo.

O estudo também revela que a inatividade é mais prevalente entre mulheres e idosos, indicando a necessidade de promover a atividade física em todos os grupos etários para um envelhecimento saudável. Regiões como a Ásia-Pacífico de alta renda e o Sul da Ásia mostram as maiores taxas de inatividade, enquanto outras áreas como os países ocidentais de alta renda e a Oceania têm taxas menores.

Rüdiger Krech, diretor de Promoção da Saúde da OMS, chama a inatividade física de “ameaça silenciosa à saúde global”. A pesquisa sugere que, embora muitos países estejam fazendo progressos na promoção da atividade física, esforços mais significativos são necessários para fazer com que exercícios sejam acessíveis e agradáveis para todos.

A OMS enfatiza a importância de estratégias abrangentes que envolvam toda a sociedade para promover estilos de vida ativos. Isso inclui incentivar o uso de transportes ativos como caminhada e bicicleta e apoiar esportes comunitários. Fiona Bull, chefe da Unidade de Atividade Física da OMS, destaca que promover a atividade física requer a criação de ambientes que facilitam o acesso seguro e agradável ao exercício físico, necessitando de uma abordagem integrada e investimentos substanciais em políticas inovadoras.

Em resumo, os resultados do estudo sublinham a necessidade urgente de acelerar a implementação de políticas eficazes para reduzir o sedentarismo e melhorar a saúde pública globalmente.

Fonte: CNN

 

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